Marubá:
festa, celebração na língua Waimirí - Atroarí
Momento
em que todo mistério de um povo
se concretiza em forma de ritual.
Crianças
são iniciadas, casamentos realizados ou
desfeitos,
a morte é cantada, e na alegria presente,
dança-se até o dia nascer.
A
comida é farta: cana, banana, beiju e carnes silvestres.
Na
escuridão da maloca, a certeza da vida se reafirma.
Vou
fazer meu Marubá vou festejar
Vou
pra festa pra cantar e dançar...
Celebração
é a palavra chave para se entender Marubá
como um evento no qual explodem as afirmações, contradições,
signos culturais, paixões, desilusões, mitos e ritos de passagem.
Espaço
imaginário possível em que cabe
tanto a explosão profana do carnaval
como a excelência técnica de um grande concertista,
passando por um festival pop ou
pelo som do canto gregoriano num mosteiro medieval.
Marubá é expressão de cultura
e de fé,
seja ela qual for e onde estiver.
Arranjos: Dil Fonseca e músicos participantes,exceto:
Nau do Amor : Ricardo Gilly
Escorrer : Paulo Baiano e
Dil Fonseca
Preparação Vocal:
Lulu Antunes
Gravado e mixado
digitalmente: Estúdio Toca da Raposa (08/97 a 03/98)
Masterizado por :
Armando Telles Estúdio Movie Disk
Direção de Estúdio:
Carlos Fuchs
Produção Artística:
Carlos Fuchs
Produção Executiva:
Dil Fonseca
Capa e Encarte:
Sérgio Magalhães
Foto da Capa:
Arthur Cavalieri
Agradecimentos: Pedro
Carlos Teixeira, Greta, Suely Mesquita, Carlos Antonio Chaves.
Agradecimento Especial
à Daniella Thompson pela tradução
das letras desse site.
Este disco é dedicado a Edith Lacerda
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